A relação entre empregado e empregador sempre é iniciada de forma pacífica e agradável, pois como em todo “primeiro encontro”, este momento é de conhecer o novo e reparar principalmente nas qualidades. Aos poucos, com a rotina, com as tarefas diárias, a pressão e o cumprimento de prazo, a relação pode ficar desgastada e acabar tendo um final desagradável, a demissão. Este relato é apenas um exemplo breve e simples, de que as relações de emprego vão com o tempo, precisando ter mais cuidado e atenção.

Muitos empregados, podem começar a tomar uma ou outra atitude que descumpra o regulamento interno da empresa, a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), NR’s (Normas regulamentadoras), Convenções Coletivas, etc. Por que utilizei o relato a cima para entrar no mérito das advertências e suspensões? Pois comumente, elas começam a ser utilizadas quando há um desgaste, ou seja, o empregado está descontente com determinada situação e não comparece ao trabalho, utiliza as ferramentas de trabalho de forma inadequada, não utiliza equipamentos de proteção individual (EPI), demonstra “corpo mole” para executar suas tarefas, entre tantos outros exemplos, que fazem com que o empregador, precise tomar alguma atitude em relação a isto. Desta forma, inicia-se o processo de advertências e suspensões disciplinares, a fim de informar o empregado que determinado comportamento não é correto, e até mesmo passível de Justa Causa.

Lembre-se: estas ferramentas devem ser utilizadas para informar e orientar o empregado de que aquilo não é correto e poderá ter consequências mais severas. Tente não transformar estas sanções em uma penalidade/castigo para o empregado. O mais importante, do que passar a aplicar advertências e suspensões, é preveni-las, fazer com que elas sejam pouco ou nunca utilizadas em sua empresa.

Não se esqueça que nunca queremos tornar o ambiente hostil e desagradável, mas também precisamos ficar atentos as possibilidades que a lei nos oferece.

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